Região Metropolitana da Baixada Santista



Área Territorial
2.422 km² (corresponde a menos de 1% da superfície do estado).

Demografia
É a terceira maior região do estado de São Paulo em termos populacionais, com uma população com mais de 1.606.863 de moradores fixos, segundo dados do censo de 2007. Nos períodos de férias, acolhe igual número de pessoas, que se instalam na quase totalidade em seus municípios.

Aspectos Econômicos

A Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS) caracteriza-se pela grande diversidade de funções presentes nos municípios que a compõem. Além de contar com o parque industrial de Cubatão e o complexo portuário de Santos, a RMBS desempenha outras funções de destaque em nível estadual como as atividades industrial e de turismo, e outras de abrangência regional, como as relativas aos comércios atacadista e varejista, atendimento, saúde, educação, transporte e sistema financeiro. Têm presença marcante ainda na Região, as atividades de suporte ao comércio de exportação, originadas pela proximidade do complexo portuário.

Responsável por mais de um terço de todo o comércio exterior do Brasil e atendendo cerca de 17% do território brasileiro, onde são gerados 55% da renda nacional, o Porto de Santos é o maior e mais importante complexo portuário da América do Sul. Com aproximadamente 13 Km de cais, quase 500 mil m² de armazéns, movimenta 40 milhões de toneladas de carga geral por ano e 43% do movimento nacional de contêineres, ou seja, de cada cinco contêineres embarcados ou desembarcados na costa brasileira, dois passam pelo Porto de Santos.

Para o estado de São Paulo, a presença do Porto representa enorme avanço econômico, permitindo o direcionamento de grande parcela de suas atividades industriais e agrícolas para o suprimento de mercados internacionais.

Aspectos Urbanos
O crescimento exacerbado em Santos, Cubatão e Guarujá, aliado a outras atividades geradoras de emprego nos setores de comércio e serviços, provocou um movimento altamente pendular em direção a outros municípios, com melhores condições de moradia e espaço disponível. Os municípios de São Vicente e Praia Grande e o distrito de Vicente de Carvalho, no Guarujá, adquiriram características de cidades-dormitório, apresentando intensa conurbação entre si, só prejudicada pela presença de restrições de ordem física, que os impedem, aqui e ali, de apresentar uma mancha urbana contínua.

Apesar da sua função portuária, importante para um crescente intercâmbio em face do processo de globalização, e de constituir sede do expressivo polo siderúrgico e da indústria de turismo, a RMBS apresenta problemas comuns aos grandes aglomerados urbanos,  por exemplo, os relacionados com a questão ambiental, carência de infraestrutura, saneamento ambiental, transporte e habitação.

 

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